<i>Freeport</i> «travado»
Carlos Guerra, ex-presidente do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), conseguiu esta semana paralisar, por tempo indeterminado, as investigações do «caso Freeport» - em que é arguido - ao queixar-se de «violação do segredo de justiça» por parte dos dois procuradores responsáveis pelo inquérito, Paes Faria e Vítor Magalhães. O «queixoso» reclama igualmente o afastamento de ambos os procuradores da direcção do inquérito por «alegada falta de isenção».
Este arguido, Carlos Guerra, está acusado no processo por, alegadamente, terem sido depositados na sua conta bancária cerca de 200 mil euros não justificados, no período em que o outlet de Alcochete teve luz verde para ser edificado, em plena Zona de Protecção do Estuário do Tejo.
Este arguido, Carlos Guerra, está acusado no processo por, alegadamente, terem sido depositados na sua conta bancária cerca de 200 mil euros não justificados, no período em que o outlet de Alcochete teve luz verde para ser edificado, em plena Zona de Protecção do Estuário do Tejo.